quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Não há lugar como o nosso lar
Pois me mudei, estou bem e acredito que a minha mãe também esteja. Sempre lidei muito bem com a solidão, ainda bem, pois essa é a primeira coisa que você percebe quando vai morar só. Você acorda e não tem ninguém pra dar bom dia ou pra dar boa noite quando chega do trabalho. Ninguém te pergunta se você quer jantar fora ou em casa e você descobre na prática que a louça não se lava sozinha.
No dia que eu saí de casa abracei forte a minha mãe, que me desejou boa sorte, e fiz um esforço enorme pra não chorar ali na frente dela, preferi passar uma imagem de maduro e forte, sei que ela sabia o quanto eu sentiria a sua falta. Sei também que as lágrimas que eu não permiti cair naquele momento ainda estão aqui guardadas pra caírem junto com a ficha de que eu realmente sou independente de verdade, e que também ainda não caiu.
No começo, acredito eu, seja assim mesmo, todo dia uma descoberta nova, como uma criança aprendendo sobre o mundo, indo pra um colégio novo ou aprendendo a andar de bicicleta. Não quero parecer um retardado que não sabe passar uma camisa, pagar a conta de luz ou levar o lixo pra fora, mas há transformações que você passa sim. São, no entanto, mudanças psicológicas.
Provavelmente terei que reescrever este texto daqui a um mês, quando estiver mais ambientado e acostumado. Por enquanto essas novidades e tarefas como fazer a mudança (que ainda não terminei), ligar o gás, instalar a TV a cabo, fazer as primeiras compras de supermercado e etc. acabam me tomando o tempo que passaria pensando na minha vida, como ela está, pra onde ela foi e pra onde ela ainda vai. Aguardem os próximos capítulos.
O ciclo da vida
Aliás, acho que todos nós, com um pouquinho de esforço, temos conteúdo interessante pra dividir com os outros. Na verdade nem precisa ser interessante por que por mais idiota que você ou o que você escreva seja sempre vai haver alguém mais idiota que você que, como diz o facebook, curta isso.
Eu, por exemplo, gosto de opinar sobre quase tudo, dividir minhas experiências, criticar, elogiar, desde política até cinema, passando por cultura, economia, relacionamento, sexo, drogas e Rock n’ Roll. Às vezes faço isso pelo Twitter, na maior parte das vezes guardo minhas opiniões para mim mesmo. A não ser quando estou com meus amigos pessoais, aqueles que adoram dizer que eu acho que sempre tenho razão. E isso meus amigos é um dos pontos negativos de sempre estar com a razão.
Voltando ao blog, conversando com uma amiga e lhe contando sobre minha saga para instalar minha TV a cabo, acabou de me ocorrer que eu tenho o que escrever e que de repente pode ser até útil pra alguém. Bom, se não útil, pelo menos divertido para aquelas pessoas que adoram ver o sofrimento alheio, pois invariavelmente minhas desventuras tem se saído mal sucedidas.
Acabei de me mudar, depois de ter morado praticamente a vida inteira com casa, comida e roupa lavada, tudo assim entregue pra mim de bandeja e sabendo, se muito, fritar um ovo ou lavar minhas cuecas. Mas encarei e confesso que estou sendo muito feliz. Claro que não é fácil e ainda vou ter muita dor de cabeça, é o ciclo da vida, ciclo da vida? acho que aprendi isso no Rei leão, ou seria o círculo da vida? Agora não lembro.
Espero que possa dividir um pouco dessa experiência com vocês aqui e de repente até aprender alguma coisa. Sei que ninguém comenta, até por que eu faço questão de manter esse blog anônimo, tímido que eu sou com os meus escritos, nem no twitter eu posto o link. Dessa vez vou criar coragem e colocar lá, espero que gostem.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Coisas que o tempo apaga, ou não...
Há milhões de anos eu fui amado
Nesses milhões de anos fui feliz
Mas também deixei algumas lágrimas pelo caminho, é claro
Lagrimas que já secaram há uma eternidade
Faz tanto tempo que juro poder ouvir o rosnar de um tiranossauro rex atrapalhando a melodia da canção que compus pra ti e tocava ao violão.
Não lembro se te conquistei com uma tacapada à moda dos neandertais ,
Ou mesmo se nossa lua de mel se deu enquanto Nero punha fogo em Roma. Só sei que faz tempo
Tanto tempo que um email carinhoso perdido na minha caixa posta não me faz o menor sentido,
O número de celular jogado no fundo da gaveta com sua caligrafia pequena e tímida parece surreal
Sinto sua falta e só agora percebo isso claramente
Sinto sua falta pois sinto a minha falta
Uma parte de mim ficou e ficará pra sempre com você
Perdido em Pompéia, junto com nosso amor
Que há muito o Vezúvio Soterrou.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Quem és tu?

Tem mais ou menos uma semana que eu tirei meu blog do marasmo e do limbo no qual ele se encontrava e consegui escrever um post. Não foi lá um grande post, mas também eu não so lá esse grande escritor então está tudo bem.
Passei então a observar mais o blog, o meu e o dos outros. Primeiro me incomodou o layout. Parecia que de todos os blogs do mundo o meu era o mais feio, mais simples, o mais chato e monótono. Acontece que como eu sou adepto número 1 dos preguiçosos anônimos acabei deixando a idéia de mexer no layout pra lá. Fora que, de qualquer maneira, eu não saberia como fazê-lo mesmo.
Começarei pelo mais simples, pensei eu. Vou mudar a foto do perfil e o “quem sou eu”. A foto eu mudei. Até facilmente, por que afinal sou bonito e fotogênico, além de modesto, é claro. Mas depois fiquei com aquelas palavras a me assombrar: quem sou eu? Porra, deu vontade de falar, e eu que sei?

O problema é que o quem sou eu pode ser várias coisas. Às vezes ele é relacionado a sua profissão, às vezes a sua personalidade e em outras o que você é para as outras pessoas. Se eu fosse pai, ou mesmo casado, eu podia começar enganado por aí, mas não. Eu sou filho, sou irmão, neto, mas isso aí todo mundo é. A maioria pelo menos, eu acho.
Eu podia tentar dizer que eu era uma pessoa de bem com a vida, se fosse o caso, ou de mal com o mundo, o que também não é verdade. Sou feliz e sou triste, sou chato e simpático, tímido e extrovertido. Feio e bonito, tá, vai, feio eu não sou não, mas a minha bio ficaria um pouco estranha se eu escrevesse: Eu sou Rogério, o bonitão ponto.
Escrevi isso tudo pra chegar no ponto principal, que é a profissão, a ocupação, que é absoluta maioria na forma das pessoas se definirem nos “quem elas são” da vida. Eu formei em Administração com ênfase em Marketing, e esse nome tão bonito me faz odiar o meu diploma um pouco menos.

Engraçado é que eu já cursei, alem de Administração, Engenharia Civil, Jornalismo e a primeira facul que eu tentei foi exatamente Marketing Business Administration, quando eu estudei fora, e era o mesmo curso que eu acabei terminando anos depois, e ainda tinha um nome mais bonito e em inglês, olha só!
Seria menos cômico se eu não mencionasse que eu já quis fazer também, em alguma altura da minha vida, Arquitetura, Engenharia Eletrônica, Letras, Turismo e Publicidade e Propaganda. E a essa altura do texto você que deve estar pensando: Pelo amor de Deus por que que este rapaz não fez um teste vocacional? Pois é, eu fiz. Mês passado.
O resultado eu conto outro dia, se eu não mudar de idéia mais uma vez, é claro. Acho curioso o rumo que as palavras tomam depois que eu começo a escrever, não tinha a menor idéia que estaria escrevendo isso. Era pra ser apenas um post sobre o quem eu sou, mas acho que quem eu sou é isso ai mesmo, alguém que vai se decidindo e mudando conforme vai percorrendo o seu caminho. Espero só que no final isso seja uma coisa boa.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O devedor de promessas

Vocês já fizeram promessa? Não estou falando de promessa pra alguém, tipo: “Amor, prometo que nunca mais saio escondido pra Noite-das-Piriguetes-do-Forró-do-Chico-Bento-que-acontece-toda-última-terça-feira-do-mês ta?!” Ou mesmo uma promessa eleitoral: “Meus póvos prometo que construirei uma estátua de 50 metros de altura do Ajuricaba no meio do rio negro igual à estátua da liberdade!!!”. Estou falando de promessa pra santo mesmo, ou pra Deus, ou pra Buda, ou Alá, ou seja lá pra que entidade você ande prometendo as coisas.
Pois é, outro dia me vi numa cilada e me peguei fazendo uma dessas tais promessas. Lembro que a última promessa que eu tinha feito foi na época do colégio. Devia estar na recuperação e pra passar de ano eu me apegava em tudo que era santo (já em livro, naquela época, eu não gostava de me apegar muito não).
Os anos passam e as promessas vão mudando, as graças também. Naquele tempo eu devia prometer rezar uns 100 pais nossos e outras tantas ave marias e ficava tudo em casa. Hoje em dia eu achei que a promessa tinha que ser algo que me custasse um pouco mais de sacrifício. Só me vieram duas coisas na cabeça ou eu prometia ficar um tempo sem beber ou celibatário. Bom, preferi abrir mão da cerveja.
O pior é que eu passaria mais despercebido se eu escolhesse passar esse período sem sexo. É incrível como te olham como se você fosse um E.T. quando você aparece com uma lata de Coca-Cola na balada. E com uma água com gás então? Um E.T. bichona!!! Aí você começa a ter que prestar contas do porquê não está bebendo. Pra não ficar chato eu achava melhor contar uma versão diferente pra cada um. O problema é que nesses casos você não tem como fugir do trio: tomando remédio/dieta/ promessa.
No fim das contas, eu sei que a minha promessa acabou. Ou eu acabei com ela. Fui convencido por uma amiga que Deus não gosta de promessa, ele dá as coisas por que quer que assim seja. Não demorei muito tempo pra lançar mão desse argumento jurídico. No fundo eu ainda fiquei com um peso na consciência, mas tentarei conversar com o meu credor pra ver se dá pra pagar de duas vezes sem juros.
Pros meus 2,5 leitores eu prometo que vou tentar atualizar meu blog com uma freqüência maior que semestralmente. Ah, mas promessa minha vocês sabem que não está valendo muita coisa né.
Post dedicado à minha amiga Evie Rondon que me sugeriu o tópico. Sugira você também no espaço dos comentários, por que eu não tenho a menor idéia do que escrever aqui :)
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Uma noite qualquer em uma balada qualquer
A garota - Idiota!
O cara - Como eu posso ser idiota se eu te acho linda? Como eu posso ser idiota se de todas as garotas desse lugar eu escolhi você? Como eu posso ser idiota se eu consegui vencer a minha timidez e lutando contra todos os meus instintos criei coragem de vir aqui falar com você?
A garota - Oi, eu sou a Ana Maria, (cutuca o cara que tá do lado dela) e esse aqui é o Marcelão, meu namorado.
O cara - Muito prazer, Rogério, o idiota.
terça-feira, 9 de março de 2010
Isso aqui ta um marasmo
Só estou escrevendo isso aqui pra ver se bate alguma inspiração, me vem algum tema na cabeça e até pra dar satisfação para os meus aproximados 2,5 leitores.
Minha vida até que tem sido movimentada ultimamente, assunto não faltaria, isso se eu quisesse falar da minha vida, coisa que eu evito.
De qualquer maneira, prometo (a mim mesmo) que vou tentar escrever alguma coisa que preste esses dias, quem sabe até mesmo hoje.
Então, até lá, fica o abraço.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
O Porco me tira do sério!
"O tempo passa e a saudade continua. Dia 17 de junho de 2006 perdemos essa figuraça. Grande humorista e, sobretudo, grande amigo. Na época escrevi este artigo para a Folha de São Paulo que reproduzo aqui como uma forma de homenagem a esse nosso irmão.
O PORCO ME TIRA DO SÉRIO!
Vamos começar por onde o cara tinha os maiores prazeres, dentre os que podemos comentar nesse horário: a boca. Uma frase definitiva, repetida infinitas vezes: “O porco me tira do sério”. O cara perdia o rebolado quando o assunto era um lombo assado, uma linguicinha, uma costeleta no ponto. Traía sua origem judaica diante de uma bela feijoada – talvez um rabino devesse pensar em criar um suíno kosher se quisesse vê-lo de volta a uma sinagoga. Ultimamente estava se segurando para não cair em tentação e já tinha perdido vinte quilos. Mas seu objetivo não era ficar fininho, virar top model e passar a se alimentar de saladinhas e bifes de soja. Queria só que a balança parasse de lhe encher o saco para que pudesse novamente cair de boca numa iguaria bem temperada.
Confesso que tentei fazer a minha parte e por diversas vezes na nossa juventude forcei-o a uma dieta. Quando nossa carreira estava apenas engatinhando, nos reuníamos na casa de seus pais em Copacabana. Como eu morava na Vila da Penha e passava o dia na rua, chegava ali morrendo de fome, prudentemente minutos antes do jantar. Bussunda ainda não tinha aparecido, então, convidado por sua mãe, Helena, sentava-me à mesa com a família e traçava o bife que estava reservado pro gordo. Não me importava do que seria xingado quando ele chegasse, estava forrado, pronto pra falar merda noite a dentro.
Sua outra paixão era o futebol. Paixão não, tara mesmo. Era capaz de assistir a qualquer jogo, eu disse qualquer jogo!, de um grande clássico da Copa a uma pelada de garçons no Aterro do Flamengo. E assistia profissionalmente, fazendo anotações num caderninho em que fazia a avaliação dos jogadores. Na Alemanha nos mostrou seu caderninho, onde acompanhava a carreira de todos os integrantes de todas as seleções nos últimos anos, incluindo o número de vitórias e derrotas, o estado de saúde, as condições psicológicas do sujeito, os cartões recebidos, o salário, se era ou não era corno, enfim, tudo que pudesse afetar o desempenho do atleta na próxima partida. Também não dispensava uma peladinha e, por incrível que pareça, jogava bem, desafiando com sua proeminente barriga, as leis da lógica e da gravidade.
O cara era um moleque. Sua última perfomance foi no jogo do Brasil contra a Croácia, em que respondeu à provocação de um croata gritando “Sérvia” em sérvio, coisa que aprendeu assistindo a um jogo no meio da torcida daquele país. Ao gritar “Sir-biah! Sir-biah!”, levou o mané à loucura, que partiu pra cima da gente querendo declarar guerra ao Brasil. Por sorte nosso país fica bem longe dos Bálcãs.
Bussunda não acreditava que alguém pudesse se irritar se a piada fosse realmente boa. Discutimos recentemente a respeito da propaganda em que o Maradona aparecia vestido com a camisa da nossa seleção. Ele tinha certeza de que os argentinos não ligariam para a brincadeira porque a piada era ótima. Ele, se fosse argentino, certamente aplaudiria.
Esse espírito gozador arrebatou milhões de fãs e o cara não tinha sossego aonde fosse. Certa vez, chegou correndo ao banheiro do aeroporto Santos Dumont, num tremendo piriri. Ao se trancar num reservado, ouviu um admirador comentar com o amigo: “Tu não sabe quem tá cagando ali…” Foi preciso perder o vôo pra se livrar do mala.
Valeu, Bussunda!"
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Dia dos namorados
Mas nem é das minhas divagações que eu quero escrever agora. Viu como eu viajo? Eu quero falar de cenas de filmes que eu queria fazer igual, vocês nunca pensaram nisso? Sabe aquelas de comédia romântica? Sou fã desse tipo de filme, e nem me venham com gracinhas por que o Hugh Grant é bem mais pegador do que o Chuck Norris.

Tem umas que são clássicas, tipo você esperar a namorada no topo da escada rolante, de preferência segurando rosas, essa eu até já fiz, no shopping, mas foi combinado e sem as rosas, assim não vale né. Namorada, fica aí embaixo e sobe quando eu estiver lá em cima. O pior são os outros olhando pra você com cara de leso e ainda atrapalhando a passagem. Fica a dica, se você quer ser romântico mesmo não pode ter medo do ridículo. Nem de um brutamontes falando: sai da frente Mané!
Beijo na chuva também é ótimo. Apesar de ser mais comum não deixa de ser romântico e muito bom de se fazer. Outra, sair correndo pra um abraço depois de uma longa separação. Esse fica melhor se acontecer no aeroporto ou na praia. Se for na praia tem que acontecer em câmera lenta, se for no aeroporto tem que ter aquela câmera que fica girando em torno de você durante o beijo.
Obs.: Claro que eu sei que a sua vida não é um reality show, nem você anda com um cinegrafista amador por shoppings, aeroportos e praias. Mas mesmo eu que tenho a memória de um mosquito tenho alguns momentos guardados que correm menos risco de serem apagados do que se tivessem no meu pen drive. Por tanto se eu digo que o beijo tem que ter aquela câmera giratória, você pode ter certeza que na minha cabeça a câmera era giratória e o aeroporto todo parou pra assistir o beijo. Ah, eu mencionei que o sistema de som começou a tocar bem alto? – Kiss me, out of the beardly barley, nightly beside the Green, Green Grass...

Mas retornando, outra sensacional é pegar o microfone e cantar pra namorada em um lugar público. Na cafeteria da facul, numa festa, ou qualquer outro lugar que tenha muita gente. A cena clássica é o Heath Ledger cantando Can’t take my eyes off of you em “10 coisas que eu odeio em você”. Compor uma música pra uma garota também derrete qualquer coração, vai por mim. Mas tem que ser bonitinha e personalizada que nem no “Como se fosse a primeira vez”.
Bom, dia dos namorados está aí, ficam as dicas. Pelo amor de Deus só não caiam naquela de “é só mais uma data comercial”, a não ser que você queira ver aquela cara de “super feliz” da sua namorada dizendo – não precisava mesmo, não estava esperando nada. Até você que não é La muito inteligente sabe que precisava e que ela estava esperando. Então, qual cena de filme você tinha vontade de fazer? Deixa nos comentários. Bom dia dos namorados a todos!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
O número 1
Primeiro post de blog sempre é a mesma coisa. Ou você explica por que fez um blog, ou por que deu esse nome pra ele. Escreve sobre o que vai escrever, ou sobre o que não vai escrever, etc. e tal. Enfim, um saco.
Pra começar nem sei direito por que voltei a ter blog, mas se fosse pra explicar eu diria que é pra esvaziar um pouco o hard drive do meu cérebro. Este blog, nessa analogia, seria então a minha lixeira. Não precisa ir muito longe pra deduzir que este blog será um lixo. Se eu pudesse mandava instalar mais alguns gigas de memória na minha cabeça, mas me informaram que isso ainda não é possível (embora eu tenha quase certeza que vi algo parecido assistindo Fringe, alguém assiste isso aqui???).
O nome do blog vai nessa linha, penso bobagens o dia inteiro, seja um pensamento sarcástico, uma observação sobre algo que vi na tv ou uma nova corrente filosófica que eu esteja desenvolvendo no momento. E se eu não dividir com alguém ou deixar escrito eu esqueço mesmo. Outro dia sonhei que inventava alguma coisa pra acabar com a fome no mundo e ganhava o prêmio nobel da paz. Ahh se eu tivesse o costume de dormir com uma caneta e bloquinho na minha mesa de cabeceira...
I think this is the beginning of a beautiful friendship

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